Área Restrita

Notícias

 

5 curiosidades sobre o Google Drive

Foto: Urville Djasim/Flickr

O Google Drive completa um mês na semana que vem, mas é muito mais antigo do que muita gente imagina. Conheça algumas curiosidades sobre o serviço.

Era uma vez o ornitorrinco – O Drive foi criado pelo Google como um projeto secreto, chamado Platypus, que quer dizer ornitorrinco, em inglês. As primeiras notícias sobre ele surgiram em 2006, mas o Google preferiu esconder o jogo e nunca falou abertamente sobre seu desenvolvimento. Os rumores continuaram nos anos seguintes. O serviço consistiria em um aplicativo capaz de sincronizar arquivos entre qualquer PC e os servidores da empresa. Poderia ter sido um grande sucesso, mas os engenheiros de Mountain View preferiram engavetar a ideia. Acreditavam que a computação em nuvem acabaria com a necessidade de arquivos armazenados localmente. Isso abriu espaço para o sucesso de aplicativos com a mesma proposta, como o Dropbox, criado em 2007.

Docs com cara de Drive – Depois de comprar o editor de textos Write.ly, em 2006, e juntá-lo ao editor de planilhas Google Spreadsheets, o Google criou a sua suíte de aplicativos de escritório online, o Google Docs. Em janeiro de 2010, a empresa passou a permitir o upload de diferentes tipos de arquivos para o serviço, transformando-o em um Google Drive simplificado. Quem quisesse poderia adquirir planos de armazenamento, ampliando o espaço disponível na nuvem. O problema é que não havia sincronização e ninguém tinha paciência de enviar dezenas de gigabytes pela janela do browser. Não deu certo.

Piada interna – O executivo responsável pela decisão de abandonar o Platypus foi Sundar Pichai. Segundo o livro In the Plex, de Stephen Levy, ele teria movido toda a equipe do projeto para o Chrome. “Arquivos são tão 1990…”, teria dito como justificativa, na época. Pouca gente percebeu, mas, quando o Google Drive realmente foi anunciado, no mês passado, o escolhido para escrever o post no blog oficial foi… Sundar Pichai. Provavelmente foi uma brincadeira feita pelos colegas de trabalho. Mas Pichai levou na esportiva. No início do texto, comparou o Google Drive ao monstro do Lago Ness.

Atalhos disfarçados – O Google Drive funciona integrado ao Google Docs, quando você instala o aplicativo de sincronização, parece que os documentos criados com as ferramentas do Docs (editor de textos, editor de planilhas, editor de apresentações e editor de desenhos) são copiados para o seu PC. Não é o que realmente ocorre. Os nomes desses arquivos aparecem dentro das pastas, mas o que há lá dentro não são os documentos e sim atalhos para acessá-los online. Dá para abri-los offline ativando essa função nas configurações do Docs e usando o aplicativo do Docs para Chrome. Nesse caso, eles ficam em uma pasta do sistema, oculta. Sem fazer isso, não dá para vê-los com a internet desligada.

Deflação e inflação – Pouco antes de permitir o armazenamento de arquivos no Google  Docs, em janeiro de 2010, o preço do espaço extra sofreu redução. De 2007 a novembro de 2009, quem quisesse ter 6 GB a mais no Gmail, por exemplo, pagaria US$ 20 por ano (o que equivalia a aproximadamente US$ 0,25 por mês por 1 GB). Quando o Docs ganhou a funcionalidade, o valor do GB foi diminuído para US$ 0,02 por mês. Mas, quando surgiu o Drive, o valor do GB subiu para US$ 0,10 por mês, no plano de 25 GB, e para US$ 0,05 por mês, nos demais planos.

 

Fonte: Info

 

Enviar para amigo

Versão para impressão

 

Outras Notícias:

Contato

Av. Romualdo Galvao, 1703. Sala 508 - Lagoa Nova - Natal/RN
Tel. (84) 3206-4922